Teresa era uma grande empresária, uma mulher muito respeitada, que quebrou as barreiras e deixou uma infância pobre para obter muitas riquezas, mas junto com suas riquezas se tornou uma mulher arrogante, amarga, estava sempre ocupada, não havia nem tempo para ficar com seus filhos.Mais com tudo isso eles eram bem únidos, João de 18 anos e Vitor de 20 anos, mas estavão seguindo o exemplo da mãe, se tornando pessoas arrogantes e amargas, achavam que o mundo girava em torno deles.Ela começou a preparar seus filhos para um dia assumirem a empresa, com isso eles humilhavam seus funcionários, não valorizavam oque tinham, e Teresa apoiava isso.Os funcionários sempre comentavam:
-Que falta faz o pai deles aqui! Ele tinha morrido quando eles eram bem pequenos em um grave acidente.
Só que teresa não contava que a vida dá muitas voltas, em um exame médico foi encontrada uma grave doença, e o médico apóes muitos examos constatou que infelizmente que ela só tinha mais de dois meses de vida.Era uma mulher de apenas 40 anos, muito jovem para morrer, mais devido ao stress sua doença se agravou, ai ela percebeu: Nem todo dinheiro e poder do mundo traria sua saúde de volta.Teresa então decidiu fazer uma viajem nesses dois meses, mas não contou nada da doença para seus filhos, deixou eles responsáveis pela empresa.Ela viajou dentro de si mesma, não para cada lugar do mundo, foram os dois meses mais intensos de sua vida, se passaram muito rápido, assim no dia de sua morte João e Vitor foram avisados e o advogado ficou responsável em dividir entre os dois as riquezas, elas estavam guardadas dentro de um cofre na casa.Todos os dois não viam a hora de meter a mão no dinheiro.Então tinha chegado a hora de abrir o tão esperado cofre, o advogado abriu e lá só tinha fotos e recados de quando João e Vitor eram crianças, uma foto do pai deles e uma carta que dizia:"Querido filhos que eu amo tanto e sempre amarei, primeiramente queria me desculpar com vocês pelo péssimo exemplo que dei e pela minha ausência, depois dessa viajem aprendi a controlar minhas emoções.A verdadeira felicidade está na simplicidade, procuramos tanto essa tal de felicidade, quando na verdade ela está dentro da gente.Não tem dinheiro no cofre e nem nada material, neste cofre só guardei a verdadeira riqueza de toda minha vida, vocês são muito especiais para mim, sempre terei vocês dentro do meu coração.Nunca esqueçam: Nunca é tarde para recomeçar".
Chorando muito, os irmãos se abraçaram e voltaram a aqueles velhos tempos de crianças que sonhavam.A partir deste momento decidiram fazer igual a mãe, se redescobrir se reinventar.Como sua mãe disse: Nunca é tarde para um novo recomeço.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Comunicação
O que é comunicação?
As comunicações são o centro gravitacional de todas as atividades humanas.Literalmente nada acontece sem que haja prévia comunicação.Comunicar bem não é só tranmitir ou só receber bem.Comunicação é troca de entendimento.
Qual é o caminho para as comunicações?
As comunicações são como uma rua de duas mãos, e a tarefa de comunicar-se não esta concluída até que haja compreensão, aceitação e ação resultante.As recompensas das boas comunicações são grandes, mais difíceis são os meios de obtê-las, para isso sempre esteja atento ás bases para a boa comunicação.
Bases da comunicação.
As comunicações são o centro gravitacional de todas as atividades humanas.Literalmente nada acontece sem que haja prévia comunicação.Comunicar bem não é só tranmitir ou só receber bem.Comunicação é troca de entendimento.
Qual é o caminho para as comunicações?
As comunicações são como uma rua de duas mãos, e a tarefa de comunicar-se não esta concluída até que haja compreensão, aceitação e ação resultante.As recompensas das boas comunicações são grandes, mais difíceis são os meios de obtê-las, para isso sempre esteja atento ás bases para a boa comunicação.
Bases da comunicação.
Para que ocorra comunicação entre duas pessoas
(transmissor/receptor) é vital que se observem as seguintes regras:
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Simples atitudes
Uma pessoa comum de nome José, empregado de uma indústria, costumava todo dia ao sair do trabalho, passar por uma rua pouco movimentada e pouca iluminada, pois incurtava seu caminho para casa.Pois em um desses dias foi abordado por dois malandros, que queriam dinheiro para comprar drogas.Como José só tinha cinco reais, ficaram muito bravos e começaram a bater nele, até que o mesmo não conseguiu levatar e ambos foram embora como se nada tivesse acontecido.Alguns minutos se passaram, e veio um carro, um "carrão" de um conhecido empresário da região.Ao ver a pessoa caída no chão, machucada e com o braço levantado, pensou:
-Poxa, seu eu parar vou me atrasar no meu jantar com os amigos! Sabe de uma coisa? Eu vou embora.
Logo em seguida, veio Seu Paulo e sua esposaem seu carro, que voltavam de uma reunião na igreja, pois era comum frequentarem este tipo de reunião.Viram José no chão e Paulo perguntou a esposa:
-Vamos parar, ou vamos embora?
A esposa respondeu em alta voz:
-Esta maluco? Deve ser um desses mendingos que apanhou por causa de bebidas ou drogas! Vamos embora.
Se passou maia hora, nisto já indo para casa, com um carrinho cheio de reciclados, Antônio (conhecido como "Tonho do lixo") viu aquele homem caído e nem pensou duas vezes, parou e foi lá ver oque estava acontecendo.Ao ver José com tantos machucados, tratou logo de pegar uns papelões para que José não ficasse no meio da sujeira.Saiu correndo para pedir ajuda, e logo voltou para ficar com José, até que a ajuda chegasse.Logo que a ambulância veio, Antônio acompanhou José até o hospital.Assim que chegou, foi logo avisar a família e assim que estava tudo sob controle, voltou para pegar seu carrinho.
Assim podemos concluir que não são status, não são posições que temos na sociedade que nos fazem ser melhor, mais sim simples atitudes, que como nesta crônica nada corriqueira podem salvar uam vida.
-Poxa, seu eu parar vou me atrasar no meu jantar com os amigos! Sabe de uma coisa? Eu vou embora.
Logo em seguida, veio Seu Paulo e sua esposaem seu carro, que voltavam de uma reunião na igreja, pois era comum frequentarem este tipo de reunião.Viram José no chão e Paulo perguntou a esposa:
-Vamos parar, ou vamos embora?
A esposa respondeu em alta voz:
-Esta maluco? Deve ser um desses mendingos que apanhou por causa de bebidas ou drogas! Vamos embora.
Se passou maia hora, nisto já indo para casa, com um carrinho cheio de reciclados, Antônio (conhecido como "Tonho do lixo") viu aquele homem caído e nem pensou duas vezes, parou e foi lá ver oque estava acontecendo.Ao ver José com tantos machucados, tratou logo de pegar uns papelões para que José não ficasse no meio da sujeira.Saiu correndo para pedir ajuda, e logo voltou para ficar com José, até que a ajuda chegasse.Logo que a ambulância veio, Antônio acompanhou José até o hospital.Assim que chegou, foi logo avisar a família e assim que estava tudo sob controle, voltou para pegar seu carrinho.
Assim podemos concluir que não são status, não são posições que temos na sociedade que nos fazem ser melhor, mais sim simples atitudes, que como nesta crônica nada corriqueira podem salvar uam vida.
Análise do texto "A última crônica"
No texto "A última crônica", o autor Fernando Sabino começa mostrando, aparentemente, uma rotina que foi modificada por um acontecimento - um aniversário - comemorado de maneira diferente, inusitada.Utilizou os elementos de uma narrativa, descrevendo o lugar dos fatos (" a caminho de casa, entro num botequin da gávia "), apontando o tempo (" mais um ano nesta busca"), narra em primeira pessoa (" assim, eu quereria a última crônica") e evidencia as personagens (" um casal de pretos"/ "a negrinha") que são seres reais.
Escreveu o texto em primeira pessoa, transmitindo a impressão de que realmente viveu a situação.Ele se posicionou em relação á cena, demonstrando sua sensibilidade, seus sentimentos (" perco a noção do essencial") / a ("assim eu quereria a última crônica, pura como esse sorriso").
A crônica leva-nos forçosamente a uma reflexão, quando nos emocionamos com a cena descrita: Uma família humilde, mas que não deixa a dura realidade da pobreza afetar o amor, o carinho familiar.
O título é interessante, porque ele "joga" com as palavras.Comprovo no desfecho que não é a última crônica.
Um excelente texto, pois nos leva a pensar nas questões sociais e familiares.
Escreveu o texto em primeira pessoa, transmitindo a impressão de que realmente viveu a situação.Ele se posicionou em relação á cena, demonstrando sua sensibilidade, seus sentimentos (" perco a noção do essencial") / a ("assim eu quereria a última crônica, pura como esse sorriso").
A crônica leva-nos forçosamente a uma reflexão, quando nos emocionamos com a cena descrita: Uma família humilde, mas que não deixa a dura realidade da pobreza afetar o amor, o carinho familiar.
O título é interessante, porque ele "joga" com as palavras.Comprovo no desfecho que não é a última crônica.
Um excelente texto, pois nos leva a pensar nas questões sociais e familiares.
Características da crônica
1- Trata de assuntos da vida cotidiana, que acontecem ou podem acontecer no dia a dia de cada um.
2- Torna-se interessante ao leitor quando é "filtrada" pelos olhos sensíveis do cronista, que procura revelar os aspectos humorísticos, irônicos, poéticos ou inusitados que se escondem atrás da aparente banalidade.
3- Pode ser escrita em primeira pessoa (o cronista narra os fatos transmitindo a impressão de que realmente viveu a situação) ou em terceira pessoa ( o cronista reflete sobre fatos que teriam acontecido a outras pessoas, sem participar deles)
4- Utiliza, ao narrar um fato, os elementos caracteísticos da narrativa (o enrredo/ o lugar/ o tempo/ o narrador/ o autor/ as pessoas - seres reais- ou personagens - seres fictícios- que vivem o fato).
5- Organiza-se de forma opinativa: apresenta sempre o ponto de vista ( a avaliação) do cronista a respeito do objeto de sua crônica.
2- Torna-se interessante ao leitor quando é "filtrada" pelos olhos sensíveis do cronista, que procura revelar os aspectos humorísticos, irônicos, poéticos ou inusitados que se escondem atrás da aparente banalidade.
3- Pode ser escrita em primeira pessoa (o cronista narra os fatos transmitindo a impressão de que realmente viveu a situação) ou em terceira pessoa ( o cronista reflete sobre fatos que teriam acontecido a outras pessoas, sem participar deles)
4- Utiliza, ao narrar um fato, os elementos caracteísticos da narrativa (o enrredo/ o lugar/ o tempo/ o narrador/ o autor/ as pessoas - seres reais- ou personagens - seres fictícios- que vivem o fato).
5- Organiza-se de forma opinativa: apresenta sempre o ponto de vista ( a avaliação) do cronista a respeito do objeto de sua crônica.
Os muitos tons da cronica no Brasil
A crônica é um gênero que retrata os acontecimentos da vida em tom desprentencioso, ora poético, ora filosófico, muitras vezes divertido.Nossas crônicas são bastante diferentes daquelas que circulam em jornais de outros países. Lá são relatos objetivos e sintéticos, comentários sobre pequenos acontecimentos, e não constumam expressar sentimentos pessoais do autor.Os cronistas brasileiros exprimem vivências e sentimentos próprios do universo cultural do país.
Um olhar atento sobre o cotidiano
A crônica é um gênero que ocupa o espaço do entretenimento, da reflexão leve.É colocada como um apausa para o leitor, fatigado de textos mais densos.Nas revistas, por exemplo, em geral é estampada na última página.
Ao escrever, os cronistas buscam emocionar e envolver seus leitores, convidando-os a refletir, de modo sútil, sobre situações do cotidiano, vistas por meio de olhares irônicos, sérios ou poéticos, mas sempre agudos e atentos.
Ao escrever, os cronistas buscam emocionar e envolver seus leitores, convidando-os a refletir, de modo sútil, sobre situações do cotidiano, vistas por meio de olhares irônicos, sérios ou poéticos, mas sempre agudos e atentos.
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